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Primeiramente, venho agradecer a todos os citados, por terem se dado ao trabalho de comentar nos posts do Futebol, música e etc. Com certeza vocês contribuíram para que o blog me desse todos os dias a disposição para estar escrevendo, mesmo não sendo com a qualidade que desejava, mas isso eu vou esforçar para alcançar em 2008.
E o motivo principal desse post, último do ano, é o desejo que todos tenham uma maravilhosa comemoração natalina e uma excelente entrada de ano novo.
EU WILSON HEBERT DESEJO AOS AMIGOS PARCEIROS DO BLOG, TODAS AS FELICIDADES DO MUNDO, QUE TUDO CORRA COMO O PLANEJADO SEMPRE TRAZENDO BONS FLUÍDOS A TODOS E QUE DEUS ACOMPANHE VOSSOS CAMINHOS E CLARO, SEMPRE COM MUITA SAÚDE.
UM SUPER NATAL... 

...E UM ÓTIMO ANO NOVO!!!
Deixe esse post melhor ainda. Faça o último comentário do ano.
Escrito por wilson hebert às 19h19
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Futebol, música e etc.
Esse post vem especialmente prestar satisfações aos nossos leitores. Comunicamos que em reunião que terminou agora a pouco em que estavam presentes todos da direção do blog: eu, eu e eu mesmo, foram tomadas as seguintes decisões:
- Os primeiros posts dos quadros, Para refletir e Partidas inesquecíveis, serão publicados após as férias, quando o blog retornará as suas atividades no dia 2 de janeiro.
- Como os primeiros torneios de futebol (o principal assunto do Futebol, musica e etc.) são os estaduais, resolvermos fazer uma tabela sobre essas postagens, lembrando que cada estadual será postado de sete em sete dias, podendo haver nesse meio tempo posts sobre um time, um jogador ou algo que não seja necessariamente sobre o torneio em si, mas que seja sobre o futebol brasileiro. Os dias programados para os estaduais são:
SEGUNDA: Campeonato Carioca,
TERÇA: Campeonato Paulista,
QUARTA: Campeonato Mineiro,
QUINTA: Campeonato Gaúcho,
SEXTA: Demais campeonato pelo Brasil.
*Sábado e domingos, estarão livres para postagens de vários assuntos.
Quando os estaduais estiverem nas fases decisivas, esses dias poderão não ser tão rigorosamente determinantes para tais postagens.
· Por último, o blog vem oficializar que todos aqueles que escreveram pelo menos um comentário, desde a criação do Futebol, música e etc serão homenageado num post que será publicado no dia 23 de dezembro. Será o último post do Futebol, música e etc nesse ano. Conto com a sua presença que será de fundamental importância.
Agradecemos à cooperação de todos.
A direção. Hehehehe!!!
Ah, só mais uma coisinha. Para não perder o costume: Deixe esse post melhor. Faça um comentário.
Escrito por wilson hebert às 22h46
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JAIRZINHO. O inesquecível "furacão" de 70.

Eu não poderia comemorar o natal, após os primeiros meses de “Futebol, música e etc” no ar, sem antes prestar uma homenagem a um craque do passado. Reuni alguns nomes para escolher um cujo qual escreveria algo sobre. O escolhido por mim, foi um com quem tive a honra de me encontrar na praia da Barra no carnaval desse ano: Jairzinho, “O Furacão de 70”.
Nome: Jair Ventura Filho Nascimento: 25/12/1944, Rio de Janeiro/RJ Posição: Atacante; ponta direita Clubes: Botafogo, Olympique de Marselha (França), Cruzeiro, Portuguesa de Acarígua (Venezuela), Noroeste, Fast Clube, Jorge Wilsterman (Bolívia). Principais títulos: Bicampeão carioca, em 67 e 68, Torneio Rio São Paulo, em 66 e Taça Brasil, em 68, pelo Botafogo; Campeão Mineiro, em 75 e da Taça Libertadores, em 76, pelo Cruzeiro, além da Copa do Mundo, em 1970.
Como a ampla maioria dos jogadores brasileiros, Jairzinho veio de uma família pobre, que residia na Baixada Fluminense, no município de Duque de Caxias. No final dos anos 50 ele e sua família se mudaram para o município do Rio de Janeiro. A rua onde os Ventura decidiram morar foi a famosa, General Severiano. Não tardou para que o jovem membro da família conhecesse o clube Botafogo de Futebol e Regatas, e logo se tornar freqüentador diário. Um dia, Jairzinho foi convidado para fazer teste nas categorias de base do fogão. Era a descoberta de mais um talento promissor do futebol brasileiro.
Em 1965, lhe deram uma missão nada carinhosa, substituir o ídolo Garrincha no profissional. Quem achou que aquele jovem de 19 anos que atuava no juvenil, não daria conta do recado, se surpreendeu. Ele conquistou o coração dos torcedores, com a rapidez devastadora típica de um furacão, e carregando ás costas o peso do número 7 da estrela solitária. Ele não trazia a ginga de Mane para introduzir aqueles driblas desconcertantes, porém seus gols e suas arrancadas foram o bastante para cravar seu nome de vez na história do clube.
No alvinegro, Jair atuou da segunda metade dos anos 60 ao inicio dos 70. Disputou 404 partidas marcando 189 gols. Conquistou o bi do Campeonato Carioca (1967 / 68) e dois torneios Rio - São Paulo (1964 e 1966).
A missão complicada que lhe impuseram no Bota se estendeu também na seleção. Jair ficaria encarregado de substituir Garrincha com a camisa que representa a nação. O jovem não se intimidou, e demonstrou a mesma técnica, e começava a deixar maior ainda, uma história que bem no inicio, já se tornava bonita e inesquecível.
Foram três Copas disputadas (1966, 1970 e 1974). Mas foi no tri de 70 que Jairzinho mostrou para o mundo como se promove um vendaval dentro de campo, ganhando o apelido de “Furacão da Copa”. Para o mundial, foram convocados quatros jogadores que em seus clubes atuavam com a camisa 10. Além de Jair, (que em 1966 usou a 17) Tostão, Gérson e Pelé, a solução então foi se deslocar para a ponta-direita e usar a sete. Foi nessa posição que ele conseguiu o auge na seleção.
A incrível marca de mais de um gol por partida, lhe fez valer a apelido de furacão. Logo na estréia, contra a Tchecoslováquia, ele deixou a sua marca duas vezes e numa dificílima partida contra os ingleses, também na primeira fase, fez o gol único da partida. Nas fases eliminatórias, ele também contribuiu bastante. Além de seus gol; passes, tabelas e cumprimento tático também eram armas desse grande nome do futebol nacional, na conquista da Julis Rimet.
Na Copa de 74 ele voltou a atuar com a sete, e num Brasil que não prezava pela ofensividade como em 70, marcou dois dos seis gols da seleção que terminou aquele mundial em quarto lugar.
Com a camisa tupiniquim, Jairzinho atuou em 82 jogos oficiais, quase sempre como titular, marcando 34 gols (se forem computadas as partidas não-oficiais, o número de partidas sobe para 100). Sua principal característica dentro de campo era de um futebol físico: arrancadas fulminantes, preparo físico privilegiado e dribles largos, além de muita técnica.
Os brasileiros tiveram que dar adeus ao seu futebol, no ano de 1982. Ele encerrou a sua carreira no Botafogo com 38 anos, depois de ter atuados por alguns clubes como Cruzeiro e Olympique de Marseile.
Hoje, os torcedores muitas vezes se sentem maltratados com certos nomes que vestem as camisas dos clubes brasileiros, até porque quem realmente teria respaldo para representar os nossos times nos gramados, não está aqui e sim do outro lado do oceano, faturando alguns milhões de Euros. Nada contra, o profissional querer garantir uma melhora de vida para si e para seus familiares, mas o êxodo poderia ser mais bem controlado, e nós, compatriotas dos grandes jogadores do mundo poderíamos vê-los brilhando por um período um pouco maior. Talvez alguns anos ao invés de meses. Jairzinho, antes de sair do Bota, atuou pelo clube carioca por onze anos. Será que um dia isso voltará a ser comum no Brasil?
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Escrito por wilson hebert às 13h22
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Crise em Hollywood.
A menos de um mês do Golden Globes (Globo de Ouro), os roteiristas de Hollywood se negaram a escrever textos para a apresentação do evento. Seriam aquelas piadinhas, que o apresentador solta durante um anúncio e outro. Pois é, o tom do festival deverá ser mais sério. Nos Estados Unidos, os profissionais do cinema não estão pra brincadeiras. Em novembro passado o WGA (sindicato dos roteiristas da América) entrou em greve após o não acerto de acordo com os produtores, no que se refere à venda de vídeos pela internet. E em julho de 2008, vencerá o contrato de outros dois importantes sindicatos, dos diretores e atores. Portanto, esses deverão sentar à mesa com produtores para tratar de assuntos contratuais. O The Times de Los Angeles, já adiantou que os diretores e atores deverão aderir à greve, já que é quase impossível que cheguem a um consenso financeiro.
Além do Globo de Ouro, outro grande festival corre ameaça de ter sua apresentação prejudicada, é a grande festa do Oscar, que acontece em fevereiro de 2008. No inicio dessa semana, o WGA mandou um comunicado oficial à academia do Oscar, negando a licença do uso de trechos de filmes e de edições anteriores do evento.
A última movimentação dos grevistas foi feita pelos roteiristas, que entraram com uma ação no National Labor Relations Boards (conselho nacional de relações trabalhistas dos EUA) contra o AMTP (representação dos estúdios e produções do cinema americano) a fim de seus direitos, demonstrando que não pactuarão com um acordo em que possivelmente não se obtenha aquilo que os revoltosos do cinema julgam justo. Já o DGA (sindicato de diretores da América) publicou um documento oficializado pelo seu presidente, o diretor Micheal Apted onde dizia:
"Embora o DGA tenha a tradição de ser antecipar nas renegociações, neste ano decidimos esperar dois meses para começar os encontros formais com a AMPTP em respeito ao nosso sindicato irmão. Estamos profundamente desapontados com a quebra das negociações entre o WGA e a AMPTP e com a falta de previsão para o fim da greve. Como queremos dar às duas partes tempo para retornar à mesa para conversar, o DGA não agendará suas renegociações com os produtores antes do Ano-Novo - e conversaremos a partir daí apenas se uma base apropriada possa ser estabelecida".
A meu ver, parece que essa é a pior crise do cinema norte-americano, e claro, o motivo não poderia ser outro, se não o dinheiro. Mas, com certeza aqueles que admiram muito o cinema, deverão torcer por uma rápida reconciliação, até porque tudo isso vem trazendo problemas não só para aqueles que se envolvem nas negociações, mas existem inúmeras pessoas que estão sendo prejudicadas, como os cozinheiros, faxineiros, motoristas e outros funcionários de Hollywood e por mais que o Oscar represente muito mais o cinema dos Estados Unidos do que do mundo, como seus organizadores propõem, não torceremos pelo avanço do desentendimento. Para esse impasse não há melhor solução se não a conversa.
Mesmo diante do impasse, o blog “Futebol, música e etc” traz para seus leitores o link com os indicados ao Golden Globes ou se preferir, O Globo de Ouro que foi anunciada na quinta-feira passada. A lista representa os melhores do ano de 2007 do cinema e da televisão e é tratada como uma prévia do que pode vir a ocorrer no Oscar.
Acesse o link para conhecer os possíveis vencedores:
http://www.omelete.com.br/teve/100009787/Conheca_os_indicados_ao_Globo_de_Ouro_2007.aspx
Antes de acessar o link, não esqueça de deixar esse post melhor, fazendo um comentário.
Escrito por wilson hebert às 11h46
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Edmundo e Vasco da Gama.

Um jogador que sempre deu tristezas para o meu time. Sempre marcou gols na defesa rubro-negra. Sempre comemorou vitórias pelos rivais em cima do meu time, enquanto eu tinha que aturar piadinhas no dia seguinte em todos os lugares. Até hoje não me esqueço daquele baile que aconteceu no dia 03/12/1997. Eu morava em Brasília e as duas maiores torcidas, pelo menos na minha escola, eram do Flamengo e do Botafogo. Pois é, os botafoguenses iriam torcer pro Vasco, naquela partida de quarta à noite. E naquele dia eu havia “zoado” bastante, antes mesmo do jogo. Eu disse: O Flamengo vai ganhar de 4x1. Edmundo impregnou justamente o contrário no placar. Literalmente acabou com a defesa do Fla. Jr. Baiano que o diga. O maior ídolo e um dos maiores adversários históricos. Edmundo e Vasco da Gama.
A minha paixão pelo Flamengo, não me impede de admirar a historia do “Animal” com o clube da Colina. Em tempos onde se beija o escudo de todos os clubes por onde os jogadores jogam Edmundo nunca escondeu seu amor verdadeiro. Pra mim hoje no futebol, só há dois jogadores que realmente são torcedores: Rogério Ceni e este que cedeu seu nome ao título do post.
Tudo bem que ele tenha passado por vários clubes, inclusive naquele que não devia - quando o “animal” se transferiu para a Gávea, foi uma passagem curta, turbulenta e infeliz. Prometia-se o ataque dos sonhos que seria formado por Sávio, Romário e Edmundo, mas como todos já sabem, o sonho se tornou em pesadelo. Sucesso? Para os rivais – mas mesmo ele tendo viajado o mundo da bola, tendo temperado festa de muito palmeirense naquele time de 1994, ele sempre externou sua gratidão e incondicional consideração pelo clube cruzmaltino.
É do conhecimento de todos, que Edmundo possui algumas desconsiderações com Romário (como esquecer aquela do baixinho: “agora ta todo mundo feliz, o rei, o príncipe e o bobo”.) e com Eurico. O clube deve exorbitante quantia ao jogador, cerca de R$ 13 milhões. Mas sinceramente, eu acredito que ele passaria por cima de tudo isso, até engolindo ter Romário como técnico, ou melhor, como professor Romário e tendo que negociar uma finalização amigável da dívida vascaína para finalizar sua carreira da forma que sempre sonhou, com aquela camisa branca com uma faixa preta transversal. Pelo menos com um de seus desafetos ele providenciou a reaproximação, foi com Euriquinho, filho de Eurico Miranda. Foi uma conversa informal, mas o jogador expôs a vontade de jogar duas temporadas pelo clube.
Edmundo, a torcida vascaína merece que você termine lá a sua carreira, e você merece terminar a carreira no seu time. Caso isso vier a acontecer, e o Vasco se sagre campeão carioca com Edmundo erguendo a taça, até eu (um flamenguista), irei aplaudir.
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Escrito por wilson hebert às 22h00
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Rapidinhas do futebol.

O atacante Romário foi suspenso por 120 dias, devido uso de substancia proibida. Segundo o jogador, trata-se de um medicamento contra queda de cabelo. Hoje foi anunciada a mais nova parceria publicitária do Vasco. A empresa Habib’s, especializada em comidas árabes, estampará sua marca na manga da camisa cruzmaltina.
Romário, essa é uma ótima oportunidade para parar.

Atacante Adriano está muito perto de ser o novo atacante do São Paulo. Caso retorne a Inter, será apenas a quinta opção para o ataque. As chances de acertar com o tricolor são grandes.
Se for confirmada a contratação, eu já digo desde já: junto com o Boca de Riquelme, se o São Paulo contar com o atacante na melhor das condições, será candidato ao título da Libetardores da América.

Vanderlei acerta com o Palmeiras e nega que assumirá função de manager. Será sua terceira passagem.
Os alviverdes já aumentaram bastante o seu potencial com o novo técnico.

Wellington Amorim é novo reforço do Figueira. Ala Ruy pode estar de saída para o Coritiba.
Se Ruy sair, será grande perda. A diretoria deveria segurá-lo.

No Fla, mais dois reforços são anunciados, o meia Marcinho ex-Atlético-MG e o zagueiro Rodrigo ex-Dinamo Kiev e ex-São Paulo.
Reforços nas posições, mas falta o ataque.

Renato Gaúcho tem proposta árabe. De acordo com preços apresentados por diretoria tricolor, o treinador poderá dar Adeus.
A saída de Renato, poderá ser sentida profundamente, já que ele acertou o time após passagens desastrosas de vários técnicos.

Indicado por Vagner Mancini, Victor, ex-paulista, é o novo goleiro do Grêmio. O Imortal ainda insiste em Soares, mas Fluminense alega que só vai liberar jogador após montar elenco.
Não conheço o goleiro Victor. Quanto ao Fluminense, ainda acreditam no inchaço de elenco.

Dirigentes do Náutico dizem que esperam ressarcimento, pela saída de Acosta. Segundo os cartolas, o jogador havia assinado um pré-contrato e só poderá atuar por outro clube após liberação do clube pernambucano.
Isso ainda vai render...

Já pelos lados do Parque São Jorge, Acosta já foi até apresentado e disse que visibilidade e salário o convenceram a assinar por dois anos.
Se fizer gols como fez no Náutico, não há como negar que foi uma boa. Se o ano de 2007 tiver sido apenas momento, aí será dinheiro jogado fora. Na minha opinião é um canaleiro.

O presidente do Sport, Milton Bivar, garantiu acerto com Sandro Goiano e Pereira do Grêmio, o lateral/ ala Ruy do Figueira, além de Daniel Paulista.
O pacotão do Leão da Ilha parece bom, mas é preciso assinar de fato o contrato.
No Vitória, os atacantes Edmundo e Petkovic foram descartados. Diretoria promete trio de reforços vindos da Toca da Raposa.
Acredito que o Edmundo seria uma boa para o rubro-negro baiano. Sobre os possíveis reforços, é esperar para ver.
Os clubes que não apareceram nesse post, irão em breve constar nos próximos. A intenção é procurar fazer uma alternância.
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Escrito por wilson hebert às 14h24
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Remember music 80’s.
Rock in Rio
Esse é o segundo post dos novos quadros do Blog. Agora é a vez do Remember music 80’s. Estrearemos falando de um dos maiores festivais de músicas da década de 1980. O Rock in Rio.
Nunca, uma cidade no Brasil, havia recebido tantos astros da música internacional (ou melhor, do rock internacional), como naquele ano de 1985. Uma cidade foi idealizada no bairro Recreio dos Bandeirantes, na zona Oeste do Rio de Janeiro. Uma área de 250mil metros quadrados que ficara conhecida como a Cidade do Rock. Para nivelar o terreno, foram necessários 77 mil caminhões. Era de fato uma organização para algo grandioso, que entraria para a historia. O palco, não poderia ser um simples palco. Era o maior do mundo já construído até então: com 5 mil metros quadrados de área. O local tambem contava com dois imensos fast foods, dois shopping centers com 50 lojas, dois centros de atendimento médico e uma grande infra-estrutura para atender a quase 1,5 milhão de pessoas - o equivalente a cinco Woodstocks - que freqüentaram o festival. Para a época, a iluminação trazia para a Cidade do Rock a última palavra em tecnologia. Todo o sistema funcionava ligado a 2 computadores, o que resultou num fantástico movimento de luzes e cores. E tudo isto há 17 anos. Era energia suficiente para iluminar uma cidade de 180 mil habitantes. Aliás, foi no Rock in Rio I que, pela primeira vez num show de rock, a platéia foi iluminada. E foi um espetáculo à parte.
Uma expectativa se criava, pois normalmente esses astros não faziam shows em países da América Latina. Para muitos, era a primeira oportunidade de ver seus ídolos ao vivo.
Tudo isso se tornou possível graças a incansável batalha do empresário Roberto Medina (dono da empresa Artplan, criadora de inesquecíveis campanhas publicitária, como a da Caixa Econômica Federal, na qual criou-se o slogan “Vem pra caixa você também!”). O empresário, literalmente moveu “mundos e fundos” para a realização do evento. Inicialmente, ele reuniu um grupo de empresários e investidores em ações promocionais, para apresentar-lhes o projeto. Todos que participaram da reunião tiveram a mesma reação ao ouvir a idéia: deram risadas. Depois de ouvir por diversas vezes de todas as pessoas procuradas, sempre a mesma resposta: “não acredito que seja possível, os brasileiros não vão pagar o que um festival desse vale”, Medina foi tentar a sorte na Europa. A primeira personalidade a ter uma reação positiva ao tomar conhecimento do festival, foi ninguém menos que Ozzy Osbourne “O comedor de morcegos”. Isso já mudara toda a perspectiva da realização. Depois vieram outras apostas de pesos, o segundo a aceitar participar do projeto, foi a lendária banda inglesa Queen. Pronto, os dois maiores sucessos do rock europeu na época haviam confirmado presença. As noticias circulavam no Brasil e ainda havia gente desconfiada que custava em crer na tal façanha do publicitário. Os empresários que haviam rido na reunião, ligavam desesperadamente para a empresa de Roberto Medina. Todos queriam um contrato de publicidade o quanto antes. Esses empresários imaginavam que Medina organizaria um festival com a seguinte escalação: Um dia com um big show de Ozzy, sendo aberto por uma ou duas bandas brasileiras e no outro dia aconteceria o mesmo com o Queen. Entretanto quando Medina voltou para o Brasil, ele trazia as seguintes confirmações de participações: além de Queen e Ozzy, já estavam confirmados, George Benson, James Taylor, Rod Stewart e Scorpions. Todos no mesmo festival. Aqueles empresários que haviam mudado de idéia, voltaram a se desesperar, rasgando todos os contratos feitos. Seria necessário valores mais altos pela publicidade. Logo depois confirmariam presença: Iron Maiden, AC/DC, Whitesnake, Nina Hagen, Yes e os brasileiros Erasmo Carlos, Ney Matogrosso, Gilberto Gil e Rita Lee. Depois com a decisão que o festival teria mais dias que o programado, outros músicos confirmaram presença.
Já com toda a repercussão que ganhava o evento, que entrava para a história antes mesmo de acontecer, outras empresas entraram na disputa pelo patrocínio do evento, inclusive a TV Globo, que garantiu exclusividade na transmissão, e direito de repasse para 60 países. (Sempre, né...). Daqueles empresários que inicialmente riram da realização do rock in rio, muitos tiveram seus contratos negados, por apresentarem valores “cômicos” para o patrocínio do grandioso evento.
Ganhava contornos de algo fabuloso não só para o Rio mais para todo país, já que muita gente sabia que aquele acontecimento faria o Brasil entrar de vez na rota de grandes shows musicais. Porém, nem tudo foi positivo, havia gente que não acreditava no sucesso, ou na realização. Chegaram ao absurdo de alertar o acontecimento de uma catástrofe profetizada por Nostradamus, em que dizia que milhares de jovens iriam morrer num evento. Mal sabiam que o Rock in Rio seria um sucesso internacional. Diante de todo aquele disse-me-disse que tomava conta dos bate-papos toda vez que se tocava no assunto, os organizadores tiveram a bela idéia de criar uma música para o evento. Veja abaixo a letra:
Todos numa direção Uma só voz Numa canção Todos num só coração
Um céu de estrelas Que a vida Começasse agora Que o mundo Fosse nosso outra vez
Que a gente Não parasse mais De cantar De sonhar
Que a vida Começasse agora Que o mundo Fosse nosso de vez
Que a gente Não parasse mais De amar De se dar De viver
Ô Ô Ô Ôhh Ô Ô Ô Ôhh Ô Ô Ô Ôhh Rock in Rioooh!!!
Os ingressos começaram a ser vendidos com uma enorme procura. Quando foram divulgados os dias e as escalações das bandas, as pessoas tiveram uma dúvida cruel para decidir: “Em qual dia irei? Pena que não poderei pagar para ir a todos...”. O festival ocorreu com a seguinte escalação:
Sexta, 11 de Janeiro: Ney Matogrosso, Erasmo Carlos, Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Whitesnake, Iron Maiden e Queen.
Sábado, 12 de Janeiro: Gil, Ivans Lins, Elba Ramalho, James Taylor, Al Jarreau e George Benson.
Domingo, 13 de Janeiro Blitz, Lulu Santos, Paralamas do Sucesso, Rod Stewart, Nina Hagen e Go-Go's.
Segunda, 14 de Janeiro Moraes Moreira, Alceu Valença, James Taylor e George Benson.
Terça, 15 de Janeiro Eduardo Dusek, Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Barão Vermelho, Scorpions e AC/DC
Quarta, 16 de Janeiro Morais Moreira, Rita Lee, Paralamas dos Sucessos, Rod Stewart e Ozzy Osbourne.
Quinta, 17 de Janeiro Elba Ramalho, Alceu Valença, Al Jarreau e Yes.
Sexta, 18 de Janeiro Lulu Santos, Kid Abelha e os Abóboras Selvagens, Eduardo Dusek, B52's, GoGo's e Queen.
Sábado, 19 de Janeiro Pepeu Gomes, Baby Consuelo, Ozzy Osbourne, AC/DC , Whitesnake e Scorpions.
Domingo, 20 de Janeiro Barão Vermelho, Erasmo, Blitz, Nina Hagen e Yes.
Também obteve-se números fantásticos no que diz respeito a consumo: Durante os 10 dias do evento foram consumidos: 1.600.000 litros de bebidas em 4 milhões de copos, 900.000 sanduíches, 7.500 quilos de macarrão, 500.000 pedaços de pizza e 800 quilos de gel para cabelo. A rede norteamericana de fast food, Mc Donald's, vendeu - num só dia - 58 mil hamburgers e entrou para o Guiness Book of Records. Este ainda é o seu recorde de vendas até hoje. Na época do festival, foram vendidas 1.900.000 camisas do evento em todo o país.
No dia 11 de Janeiro de 1985, quando a Cidade do Rock abriu os seus portões para receber 1.380 mil pessoas, ninguém imaginava que o sonho idealizado por Roberto Medina se transformaria no maior evento de rock de todos os tempos. Pela sua organização impecável, pelo seu altíssimo astral, pelo cuidado com que foi realizado nos mínimos detalhes: da construção da Cidade do Rock às grandes bandas internacionais. Mais que um simples festival de rock, o Rock in Rio I, além de colocar o Brasil na rota dos grandes espetáculos internacionais, mostrou que a harmonia era possível. Foram 10 dias, 90 horas, 5.400 minutos de muita música e muita emoção. "Todos numa direção, uma só voz, uma canção", como diz a música tema do evento.
Hoje o festival tem outra sede: Lisboa, mas para 2008 já há outro contrato assinado, o Rock in Rio ganha uma nova casa, Madrid. Pela primeira vez a capital espanhola receberá um evento desse porte. Acredito que os empresários espanhóis não riram de Medina, ao tomar conhecimento do mega evento.
Aqui no Brasil, só nos resta ter saudades, da época em que saímos de casa, (na verdade tenho saudades de uma época em que eu nem era nascido. Se é que é possível...) para ver várias bandas importantes no mesmo palco. Com tudo o que já vi sobre o Rock in Rio, posso afirmar: dificilmente o país organizará algo melhor em termos de acontecimentos musicais.
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Escrito por wilson hebert às 23h08
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KAKA. O melhor.

Qualquer elogio, frase de apoio, ditos de merecimentos que for pronunciado neste momento, ou melhor, que foi pronunciada em toda sua carreira, será um clichê. Hoje, aqueles torcedores que tiveram a audácia da vaiá-lo, devem estar com dor no coração. Mas não precisa, pois sabendo o mínimo sobre a personalidade deste sensacional jogador, dá para imaginar que ele perdoaria esses “apaixonados”, capazes de atitudes inesperadas e desprovida de qualquer bom senso.
Chegando ao velho mundo não demorou muito tempo para que ele conquistasse o coração de seus novos torcedores (e as kakazetes estrangeiras também). Enquanto o Ronaldo era “O Fenômeno” e Adriano “O Imperador”, Kaká era simplesmente um meia rápido, habilidoso, inteligente e discreto fora dos campos. Tendo apenas 25 anos de idade e já tendo as mais importantes conquistas da carreira, ontem foi um dia de mais um topo. Campeão do mundo com a seleção, vencedor da tríplice coroa com o Milan (Liga dos Campeões, Supercopa da Europa e Mundial de clubes), eleito o melhor jogador do mundial um dia antes de ser eleito o melhor do mundial de clubes, lembrando que também já havia sido coroado o melhor pela revista France Footbal. Há limites para esse craque? Pelo visto não. Ele quer mais, se possível repetir tudo o que ele já conquistou na carreira e ser um dos jogadores acima de 23 anos a disputar a olimpíada, e sinceramente, não dá para duvidar que isso se torne possível.
Ricardo Izacson dos Santos Leite não é um jogador esbanjador daquela ginga que o brasileiro ficou acostumado de ver nos compatriotas antecessores no prêmio, mas sua coletividade, explosão nas arrancadas, a forma tranqüila e soberana com que carrega a bola e sua excelente pontaria o transformam num jogador completo.
É difícil encontrarmos um jogador que aproveite os espaços no campo e que crie uma jogada na mesma rapidez que Kaká. Ativo, elegante e tecnicamente impecável, ele se move por todas as dimensões do campo, sabendo em todo momento o que tem que fazer e, o mais importante, como fazer, porque todo por ele é feito com uma facilidade inacreditável.
Nascido em Brasília no dia 22 de abril de 1982, Kaká nasceu futebolisticamente no São Paulo, onde seus pais se instalaram quando ele tinha apenas sete anos. Aos quinze decidiu ser jogador de futebol, o que não resultaria necessariamente num abandono dos estudos.
A sua carreira evoluiu numa rapidez típica de um país que lança sempre ótimos jogadores, mas é incapaz de mantê-los. Aos 18 anos conquistou a titularidade no São Paulo e em 31 de janeiro de 2002 foi convocado pela primeira vez para seleção, num jogo contra a Bolívia. Durante três temporadas, Leonardo, ex-jogador do Milan e do São Paulo, acompanhou de perto seu progresso e finalmente conseguiu convencer sua família para que fosse transferido para a Itália em 2003. Seu título mundial com o Brasil em 2002 e seus 48 gols em 131 partidas com o São Paulo explicitavam seu talento. A partir daí, a historia de desdobra: um título italiano, uma Champions (na qual foi o principal destaque), uma Supercopa de Europa, um Mundial de Clubes com o Milan e o reconhecimento como um dos jogadores mais equilibrado e completo da última década.
Como já foi dito, Kaká tem as suas peculiaridades, se comparado aos outros brasileiros vencedores do prêmio (Romário-1994, Ronaldo-1996, 1997 e 2002, Rivaldo-1999, Ronaldinho-2004 e 2005), mas em questão de qualidade, provou que não deixa nada a desejar e coloca de vez seu nome ao lado desses já consagrados craques. O melhor, é que com apenas 25 anos, o seu reinado pode se prolongar por anos. Com todo respeito a Leonel Messi e a Cristiano Ronaldo.
O blog “Futebol, música e etc.” mais uma vez tem a honra de parabenizar este fantástico cidadão do mundo, que nos orgulha pelo simples motivo de ser brasileiro, que nos empolga, simplesmente por jogar um futebol fantástico e que nos faz aplaudir, pelo simples fato de ser o melhor do mundo. PARABENS KAKÁ!!!!!!!!!!!!!!!!!
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Futebol brasileiro. Para homens, para mulheres e para o mundo.

E como o Brasil é de fato uma fábrica de craques, outros dois brasileiros viveram noite de gala na premiação da Fifa, Marta como melhor jogadora do mundo pela segunda vez consecutiva:
“Agradeço a Deus por mais uma vez proporcionar esse momento de grande alegria na minha vida. Agradeço minhas companheiras de seleção, de clube, os meus amigos que vem me ajudando muito e, em especial, a minha mãe e todos meus familiares. E podem ter certeza que vou trabalhar firme para voltar aqui outras vezes”, discursou Marta, emocionada.
E para finalizar as premiações brasileiras, Burú foi eleito como melhor do futebol de areia. Sendo escolhido como o destaque do mundial de beach soccer, após ter sido artilheiro da competição e de ter conquistado a bola de ouro e a chuteira de ouro, a celebração da Fifa serviu para assegurar o posto de melhor do mundo para o brasileiro na modalidade.
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Escrito por wilson hebert às 10h01
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CARNAVAL É CULTURA
BEIJA-FLOR
Dando inicio ao nosso quadro “Carnaval é cultura”, estrearemos com a Beija-Flor. A escola de Nilópolis trará para avenida o samba-enredo: “Macapaba - Equinócio Solar - Viagens Fantásticas ao Meio do Mundo”.
Veja abaixo o enredo da escola:
“Viagem e sonho, realidade e fantasia; porções que juntam na receita de um carnaval. Viajar na história real, misturando ilusão e magia, é traçar a linha imaginária que tece o enredo, recheando de arte e poesia, para enfeitar a festa do povo. A brasilidade, é o tempero que atrai como aroma de algo familiar e a pitada do desconhecido nos desperta a fome do saber. Por isso, a Beija-Flor de Nilópolis tem o orgulho de apresentar: “Macapaba – Equinócio Solar – Viagens Fantásticas ao Meio do Mundo”. Um tema brasileiro, que mistura mito e realidade, acendendo a luz do conhecimento ao levantar o manto que encobre uma terra fascinante e que, ao fazê-lo, revela uma redescoberta do Brasil. “Macapaba”, que na língua indígena quer dizer concentração de “bacabas” ou “bacabeiras”, uma palmeira nativa da Amazônia, de onde deriva o nome Macapá, a capital do Estado do Amapá (nome de outra planta), cenário onde se desenrola a nossa história. A região é também conhecida como ‘meio do mundo’, por ser cortada pela Linha do Equador, o Marco Zero divisor dos hemisférios Norte e Sul. Macapá é o palco onde ocorre o fenômeno do equinócio, quando, em dois períodos do ano - no Outono e na Primavera - o Sol se posiciona à 90 º dessa linha divisória, iluminando por igual os dois hemisférios, fazendo com que os dias e as noites tenham a mesma duração de 12 horas. Fantástica é a obra do destino, que nos levou à esta cidade que completa 250 anos no dia 4 de fevereiro, dia de carnaval. E os raios do Sol nos guiaram para essa região mágica, de muita beleza, riqueza e de história, muita história pra contar. Desde a formação de nosso povo, há muitos milênios atrás, à visitação de povos antigos, navegantes e desbravadores, em busca de mitológicos ‘Eldorados’ e a saga pela expansão e demarcação do nosso território. Terra por muitas terras cobiçada, porta de entrada para a exuberância, encanto e riqueza da Amazônia; é um paraíso preservado, que abriga em suas matas, uma grande diversidade ecológica. Em sua rica fauna, espécies incomuns e, dentre elas, uma pequena jóia rara, mais uma feliz coincidência: um delicado pássaro chamado de ‘Brilho de Fogo’, um beija-flor. Por essa e por outras razões, que a nossa Escola percorre essa terra encantada. É esse brilho que nos encanta; é esse fogo que nos impulsiona e nos ilumina a imaginação, e faz com que um outro Beija-Flor, de Nilópolis, faça essa viagem fantástica ao ‘meio do mundo’, para revelar Macapá e o Amapá, o extremo ponto onde começa o Brasil, no mapa e em sua história real. E assim, na fantasia que nos envolve e que enfeita essa trajetória, o samba vai contar, em poesia, a contramão de nossa história; viajando nessa linha imaginária que nos une, numa aventura surreal por mares e rios, muito antes navegados. Hoje a Beija-Flor, desbravadora, descobre mais um carnaval. És a terra dos encantos, de uma viagem fantástica, iluminada de sol, que te faz “meio do mundo”, o coração do Amapá; que emerge como Marco Zero da linha que enlaça e nos leva ao redor do planeta, numa ciranda, feito uma dança que gira, que mexe até onde a imaginação alcança. E nesse caleidoscópio mágico, o carnaval traz a história contra a história, onde o real e a fantasia se misturam. E nessa mescla, em forma de festa, canta “parabéns à você” nessa passarela, que hoje é o seu rio onde desfila Nilópolis, a sua floresta, que semeou e fez crescer; duas plantas que se fundiram: “Macapaba” e “Amapá”, criando uma raiz de amor que ao som do batuque “Marabaixo”, como ladrão rouba um verso e faz brotar seu universo, num poema escrito em samba, no coração da Beija-Flor.”
A Beija-flor será a última a desfilar no segundo dia (4 de fevereiro). O horário previsto para entrada na avenida é às 2h 25 min. A escola de Nilopólis nos últimos cinco carnavais conquistou quatro títulos. Não há como negar que se trata de uma candidata a mais um título. No total, a escola soma dez conquistas. Veja abaixo o histórico dos últimos cinco carnavais:
ANO COLOCAÇÃO
2003 1º
2004 1º
2005 1º
2006 5º
2007 1º
Agora veja a composição do samba-enredo:
“É manhã Brilho de fogo sob o sol do novo dia Meu talismã, a minha fonte de energia Oh deusa do meu samba, a flor de Macapá No manto azul da fantasia Me faz mais forte, extremo Norte A luz solar, ilumina meu interior Vou viajar na Linha do Equador Emana ao meio do mundo a beleza A força da Mãe Natureza, é Macapaba O rio beijando o mar, encontro das águas
Marejando meu olhar
Quem foi meu Deus que fez do barro poema Quem fez meu Criador se orgulhar Os Cunanis, Aristés, Maracás, Foram dez, foram mais, pelo Amapá
Um dia, navegando em rios de Tupã
A viagem fantasia, dos filhos de Canaã A mágica da terra, a cobiça atraiu Ibéria se enleva no Brasil A mão de Ianejar
Na fortaleza pela proteção da vida Em São José de Macapá Brilha Mairi a minha estrela preferida Herança moura em Mazagão Retiro meu chapéu de bamba e assim O marabaixo ao marco zero cai no samba Soam tambores no tocar do tamborim
O meu valor me faz brilhar Iluminar o meu estado de amor Comunidade impõe respeito Bate no peito eu sou Beija-Flor”
Interprete: Neguinho da Beija-Flor.
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Escrito por wilson hebert às 19h11
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O mundo é rubro-negro... Italiano, é claro.

Na manhã deste domingo, um jogo em que seria natural os brasileiros torcerem pelo Milan. Mas às vezes o ser humano surpreende e passa por cima de qualquer rivalidade, mesmo se tratando de Brasil e Argentina, ou melhor, não podemos nos esquecer – apesar da campanha do Galvão – que era um Itália e Argentina. Eu, ainda meio sonolento, comecei a acompanhar a partida já no final do primeiro tempo, e vi no placar: 1x1 e pensei, ou o Boca vai desempatar no segundo tempo, ou vai para os pênaltis. A minha torcida era para o time Argentino. Há um detalhe nisso tudo que sempre tem que ser preservado e jamais pode ser esquecido, esse detalhe se chama Kaká.
O jogador quando é craque, aparece nos momentos fáceis, nos difíceis e nos momentos em que já é uma quase unanimidade. É claro, ele não poderia ser uma unanimidade, se não quem iria escolher jogadores para disputar com ele o prêmio da Fifa de melhor do mundo? Voltando a final mundial, Kaká fez um grande jogo, deu duas assistências e fez um gol. Com certeza, foi um momento em que o povo que tem os olhos quase fechados, teve que arregalá-los bem, pois não é sempre que se tem uma apresentação, tão mundialmente reconhecida.
É verdade que o time italiano era superior ao adversário, mas o que tornou a partida mais desequilibrada, principalmente na segunda etapa, foi a competência em que se mescla experiência e técnica. Inzaghi, Nesta, Dida e Maldini foram muito importantes em toda trajetória milanesa até a conquista de hoje. Este último deverá anunciar a sua despedida dos gramados. Melhor estilo, impossível.
Para aqueles que criticam Ancelotti, fica aí a resposta. Mourinho? Não sei. O atual simplesmente foi campeão do mundo. Retrancando ou não o time, um dos seus comandados, deverá receber amanhã o prêmio da Fifa, diga-se de passagem, mais do que merecido. Quer mais?
Para o time Argentino, fica o consolo de que ano que vem tem outra Libertadores. Quem sabe um outro título e mais uma chegada ao Japão na disputa pelo planeta. É claro que eu gostaria de ver outro rubro-negro na terra do sol nascente, disputando com um Europeu o posto de melhor equipe terrestre.

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Escrito por wilson hebert às 23h54
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RAPIDINHAS DO FUTEBOL.

No Fla, meia Marcinho, que disputou o último brasileiro pelo Atlético-MG, pode ser o próximo reforço.
Com a saída de Roger e a falta de um armador de origem, a opção pode ser boa, apesar de ser totalmente desconhecido da torcida.

No Vasco, a novela Leandro Amaral continua rendendo longos capítulos. Agora o seu ex-empresário mostra a público o contrato que consta vinculo do jogador com o clube até 14 de dezembro de 2008.
Com a atitude de forçar uma saída tendo em vista boa proposta tricolor, o jogador mostra ser ingrato e não merecedor da confiança dos torcedores. Isso é ruim para seu futuro.

Emerson Leão, que estava de férias no exterior, chegou ao Brasil no sábado e se reuniu com a diretoria santista. O treinador nega acerto, mas diz estar próximo de um acerto.
Há uma corrente de torcedores contrária a contratação, mas pra mim se ele começar bem o trabalho reconquistará a galera. Não se pode esquecer o belo trabalho de 2002.

Diretoria cruzeirense admite se desfazer de um ou dois jogadores para fechar orçamento de 2008.
Se for jogadores que não serviram e nem vão servir, tudo bem, mas é importante lembrar que ano que vem tem Libertadores.

Emerson homenageia o time gaúcho, na conquista do mundial.
Atacante do Fluminense pode acertar nas próximas horas.
O atacante que deve ir para o Olímpico, é Soares que foi muito bem no Figueirense, mas no Flu não foi tão feliz. O Sr. Paulo Odoni deveria ser mais audacioso.

A Fifa frustrou o Palmeiras, por não reconhecer o título da Copa Rio. Para entidade Corinthians foi o primeiro campeão mundial em 2000.
Em uma parceria com empresa imobiliária, o clube deverá reformar o Palestra Itália, tornando-a uma arena multiuso.
Vai ficar bonito. Tomara que dê certo.

Diretoria alvinegra deve fechar a contratação de Wellington Paulista. Faltam apenas detalhes burocráticos.
Ele terá que se superar para fazer a torcida esquecer de Dodô. Se repetir as boas atuações que teve no Santos, pode ser uma boa.
Em breve, post com informações de outros clubes.
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Escrito por wilson hebert às 23h09
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