futebol, música e etc


Remember music 80’s

Aborto Elétrico

 

 

 

Dando seqüência ao quadro criado para falarmos de música dos anos 80, vamos hoje relembrar a primeira banda de Renato Russo, o Aborto Elétrico, que mais tarde inspiraria várias bandas do rock nacional, inclusive, a própria Legião Urbana. Apesar da banda ter sido criada, ainda nos anos 70, foi na década seguinte, que a sua história teve os capítulos mais importantes, como o “Aborto ao vivo na Unb”, que veremos adiante no texto.

 

Durante a década de 70, havia uma onda muito forte em torno do movimento Punk em Brasília. Fazia muito sucesso na capital, bandas como The Clash, Sex Pistols, Sham 69, Stogees, MCS, e tantas outras do estilo. Um grupo de amigos brasilienses, por tamanho fanatismo, carregava como troféus, CD’s importados dessas bandas. Um deles, então, resolve criar uma banda de Punk Cover, que só foi bem aceita entre os amigos. Era preciso algo mais, era necessário uma banda Punk que cantasse canções em português, com mensagens que todos os brasileiros, ou pelo menos todos os estudantes da UnB (Universidade Nacional de Brasília, que além de atividades universitárias, tinha também festivais de músicas e as escondidas, amigos se encontravam para promover um outro tipo de festival, o de racha, com automóveis... dos pais). Só os cabelos grandes, reuniões, roupas de couros, não eram o bastante. Uma palavra ganhava muita força entre a turma: A-TI-TU-DE. Surge a necessidade de falar para a sociedade ouvir, era preciso entrar em choque.


Entra em cena a banda Aborto Elétrico. Na formação tínhamos: Fê Lemos na bateria (hoje no Capital Inicial), André Pretorius na guitarra e Renato Russo no baixo/vocal. Posteriormente, Pretorius sai da banda, por muita discordância musical com Renato, que assume a guitarra e entra Flavio Lemos (irmão de Fé) no contra-baixo. A banda também chegou a contar com o guitarrista Ico Ouro-Preto, irmão de Dinho Ouro-Preto (vocalista do Capital Inicial).


O nome nascera de uma briga entre os integrantes da banda. Fê Lemos queria batizar como Tijolos Elétricos, baseando-se no nome de uma banda que ele tinha muito afago, mas Russo e Pretorius de forma imediata, repudiaram o nome. Pretorius então decretou: "Será Aborto Elétrico e fim-de-papo!". Suspeita-se que sua inspiração se deva a uma invasão da Polícia à UnB, que durante o incidente atacara algumas mulheres grávidas com cassetetes elétricos.


O Aborto (Æ) teve sua importância no cenário nacional por ser considerada a primeira banda punk brasileira e por trazer consigo outras bandas para o cenário. Situação no mínimo engraçada pois do "aborto nasceu a cena" que depois ficou conhecida como Rock de Brasília.

A banda não chegou a ser muito conhecida. Seu maior show aconteceu em um dos festivais na Unb, que ficou conhecido como “Aborto ao vivo na Unb”.  Na época, muitas piadinhas foram feitas com relação ao nome do festival, que tinha a banda de Renato Russo como principal. Um desavisado poderia imaginar que alguma aluna estaria fazendo um aborto em plena faculdade, mas não, era mais um dos festivais Punks da universidade.    

Há um registro em vídeo que mostra alguns diálogos de Russo com a platéia, e logo no inicio ele diz: "Nos somos o Aborto Elétrico e a gente vai tocar umas músicas pra vocês".

 

Segue o repertório do show:

 

Fátima (sucesso posteriormente emplacado pelo Capital Inical) é a canção de abertura do set list. Longe do capricho da versão Capital Inical, a crueza visceral da guitarra impressiona assim como a interpretação de Renato. Após a música, Renato fala à platéia: "Boa noite Brasília. Podem vaiar agora", da até pra imaginá-lo com aquele jeito tímido e desengonçado do início da Legião.

 

Construção Civil fala de um cotidiano candango que a juventude brasiliense da época não queria para si. A letra é envolvida por riffs simples, porém bem trabalhados.

 

A seguir Ficção Científica traz uma letra complicada, mas com um instrumental que convida a se mover.

 

Veraneio Vascaína com sua letra proibida pela Censura quando foi lançada pelo Capital Inicial apresenta todo o poder de fogo do Aborto e característico também das outras bandas punks de Brasília. “Soar o ilegal é promover a libertação”. Foi o lema em que se baseou a banda para a apresentação da música.

 

Conexão Amazônica nos dá a percepção exata que Punk Rock não precisa ser basicamente simples. O casamento da bateria tribal e do contra-baixo martelante reforçam a letra bem elaborada.

 

Que País É Este?  Desnecessário fazer comentários para a música. Muitos dizem que essa canção tem suas notas copiadas de I Don't Care (Ramones). Nessa versão ao vivo do Aborto essa afirmação fica bem reforçada, entretanto nem por isso tem sua essência atingida.

 

Love Song For One tem a medida exata, música romântica não precisa ser melosa. E que isso sirva de lição para algumas bandas que tem tocado nas FM's por ai.

 

Tédio (Com Um T Bem Grande Pra Você) destila o inconformismo de uma juventude visceralmente sedenta, contudo, pobre em suas opções. A voz surrada de Russo exibe de forma nada sutil e bastante clara a raiva uníssona da Turma da Colina (grupo de bandas Punk que se formava em Brasília).


A gravação do álbum deixa a desejar, qualidade bem inferior, pouca aceitação, mas a compilação é definitiva, bem como a banda Aborto Elétrico. Ponto de partida para o início dos Anos 80 e fiel à cartilha "do it yourself" do Punk, Renato e sua turma deram um ponta-pé inicial para uma nova cena, em um novo horizonte musical no Rock Brasileiro. "Eh Anos 80, charrete que perdeu o condutor", mas ganhou novos itinerários no melhor estilo "eu não sei o que quero, mas sei como conseguir". Um dos mais conhecidos lemas Punk.


Diante dessa nova e instigante quebra da monotonia a "tchurma" não podia ficar indiferente e o próximo pertardo fica por conta do Detrito Federal e seu único álbum oficial, Vítimas do Milagre.

 

Entretanto, das bandas existentes hoje, a que mais tem ligação com o Aborto, é sem dúvida o Capital Inicial. No ano de 2000, a banda de Dinho Ouro Preto, lança o Capital Inicial Acústico MTV - que, aliás, eu recomendo para quem ainda não conhece - e nesse as três últimas faixas são músicas do Aborto Elétrico. Mas não se contendo, Dinho resolve no ano de 2005 realizar um antigo sonho, e grava um CD apenas com músicas da banda de seu irmão (Ico Ouro Preto) e de seu inesquecível amigo e ídolo, Renato Russo.

 

Abaixo, uma das letras da banda Aborto Elétrico, que foi regravada no Acústico do Capital Inicial:

 

Música Urbana

Contra todos e contra ninguém
O vento quase sempre nunca tanto diz
Estou só esperando o que vai acontecer

Tenho pedras nos sapatos
Onde os carros estão estacionados
Andando por ruas quase escuras
Os carros passam

As ruas tem cheiro de gasolina e óleo diesel
Por toda a plataforma, toda plataforma
Você não vê a torre

Tudo errado mas tudo bem
Tudo quase sempre como eu sempre quis
Sai da minha frente que agora eu quero ver

Não me importam os seus atos
Eu não sou mais um desesperado
Se eu  ando por ruas quase escuras
As ruas passam

                                                              Renato Russo

 

 

Em breve, uma grande surpresa para os leitores do Futebol, Música e Etc.

Aguardem!!!

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 23h05
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O QUE FAZER DA VIDA?

 

 

 

Enquanto jogador; foi craque. Enquanto personalidade futebolística, que ainda é, foi e continua sendo polêmico. Enquanto treinador, foi ausente. Será que alguém duvida que o técnico vascaíno desde o início da temporada foi e é o Alfredo Sampaio? O que Romário fazia em São Januário era nada além de conversar com os jogadores e isso, sabe-se que há varias pessoas, ou por cumprir uma de suas funções ou por ser intrometida, que já fazem. Vide os casos de vários sócios, em vários clubes de futebol, que falam, argumentam e opinam, não só com jogadores, mas com comissão técnica e dirigentes. Às vezes, ou melhor, na maioria das vezes, sem necessidade. Sem contar os empresários, que sempre querem seus produtos na vitrine.

 

O que aconteceu em São Januário, é algo que com certeza irrita demais os técnicos. Presidente não foi feito para interferir na escalação do time, se não, não seria presidente, seria técnico. Em se tratando de Eurico Miranda, pelo menos não devemos estranhar nada. Essa atitude dá até para ser considerada pequena, perto da obscura forma de conduzir a presidência do clube da Colina. Vou me conter nas palavras quanto ao presidente cruzmaltino, pois como a maré não está tão boa, é capaz de ele me descobrir e querer me processar...

 

Pois bem, Romário pede pra sair do Vasco, após a obrigação em escalar Alan Cardek ao invés de Abuda. Eurico assume que foi ele quem tomou essa atitude. Num piscar de olhos especula-se a ida de jogador-tecnico-dirigente-aspirante de comentarista-garoto propaganda e... Logo logo, aposentado, para a Gávea, onde o baixinho encerraria a sua carreira, que pra mim já está encerrada a muito tempo. Daí eu pergunto: Pra que pensar em carreira nessa altura? Sinto muito em escrever isso sobre o Romário, mas ele está perambulando, perdido, desnorteado nos corredores do futebol. É incabível o argumento de que ele sobrevive se comparada à qualidade técnica dos demais jogadores. Romário quer entrar em campo, mas não quer levar uma vida de jogador, no qual se requer certos cuidados e obrigações como treino e etc., o que já seria o bastante para ser automaticamente excluído do futebol. Há de se atentar para o fato dele já ter atingido os seus 41 anos.  

 

Se o Flamengo promover para ele uma partida de ordem festiva, classifica-se como aceitável e até merecida, embora eu ache que ele tenha sido muito mais importante para o Vasco, inclusive no inicio da carreira. Porém, pensar no Romário como atleta rubro-negro, é irrisório, inaceitável.

 

Kleber Leite, vice-presidente de futebol do Flamengo, já se posicionou animado em contar com o baixinho para um projeto de marketing. Desde que esse projeto, não seja contar com Romário como jogador, dá para se ver com bons olhos, pois não resta dúvida, que a mídia gosta de publicar acontecimentos envolvendo o onze do tetra.

 

Desdobra-se também uma versão que ele poderia voltar para o Vasco, na qual não duvido que possa vir a acontecer. E sobre o Romário de volta a São Januário, resolvi postar uma parte do post do amigo Diego Louzada do blog Sou Vascaíno:

 

“Para completar o dia de alegrias, recebo um torpedo no intervalo informando que Romário tinha pedido para sair. Lógico que o motivo não foi dos mais nobres, mas o fato foi excelente. Imagine ver o seu time comandado por um torcedor declarado do maior rival. Era essa a sensação de todo vascaíno. Como diria um grito de torcida cantado ultimamente em São Januário:

"Não é mole não, o Romário é flamenguista e o Eurico é ladrão."

 

Embora, Eurico tenha defeitos, vascaíno todos sabemos que ele é, e sendo assim procurará sempre o bem do Vasco. Do seu jeito, que muitos podem não concordar, inclusive este que vos escreve. Já de Romário não posso afirmar o mesmo. Como flamenguista que é, nunca vou acreditar que ele queira o bem do Vasco. De um mal já nos livramos.”

 

Esta aí a opinião de um torcedor vascaíno.

 

Diante dessa situação, o blog Futebol, Música e Etc, oficializa um pedido ao baixinho: “Romário, comece a pensar em uma atividade que não seja mais a de jogador. Acabe com este suspense envolvendo a existência ou não da continuidade da sua carreira. Você e seus fãs não merecem isso!!!”

 

 

Em breve, uma grande surpresa para os leitores do Futebol, Música e Etc.

Aguardem!!!

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 17h06
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Um ano.

 

 

 

 

O Rio se calou! O Rio chorou! O Rio se indignou! O Rio gritou por justiça! O país se comoveu!

 

Nos últimos dias, todos comemoraram o carnaval, menos a família do menino João Hélio.

 

Estamos completando um ano, que vivenciamos uma das maiores tragédias da história do Rio de Janeiro. Um menino de seis anos foi arrastado por 7 km até a morte.

 

O que mudou no nosso país de lá pra cá?

Será que a nossa justiça passou a ter um melhor respaldo para julgar?

Será que a nossa legislação penal ficou mais justa?

Será que o país deixou de ser o da impunidade?

Será que o medo de andarmos à noite em certos lugares do Rio de Janeiro, virou algo do passado?

 

Um ano...     

Foto



Escrito por wilson hebert às 22h43
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O BOM exemplo atleticano.

 

             

 

                                          ************************

 

 

Os inícios de temporadas realizadas pelo Atlético nos últimos anos mostraram a total falta de inteligência de seus comandantes. Foram muitas as experiências sem êxito. Treinadores despreparados e sem nível para comandar o time. O clube até apostou no marketing quando trouxe Lothar Matthäus. Imaginavam eles possuírem uma solução mágica na qual o fruto da exposição na mídia entraria em campo e faria muitos gols. Deram uma varada na água. Isso sem esquecer os preços de ingressos, que eram exorbitantes e afugentavam o torcedor da Baixada.

 

Bastou, porém, rever alguns conceitos básicos de administração do futebol para que o time voltasse ao topo. Nesse sentido, o retorno do Maculan desempenhou um papel fundamental; até o carismático massagista Bolinha voltou ao banco de reservas. Algumas pessoas desavisadas podem questionar, mas o simples fato de ter o Bolinha no banco agrega um valor muito grande ao grupo e é muito difícil para quem está fora mensurar essa importância.

 

Outra coisa: o fato de trabalhar com a base do time do ano passado, não fazer aquelas loucuras de dividir o time, e, principalmente, ter mantido o seu treinador foram procedimentos que mostram avanço. Os números podem ser comprovados na competição estadual. O futebol não tem segredo, é feito de grupo, não apenas de qualidade técnica e força física. A simplicidade é a essência do esporte de maior paixão do brasileiro, mas é difícil fazer o simples. Demoraram tanto para descobrir que a torcida fazia a diferença... Ainda bem que pensaram no “Sócio Furacão”.

 

Mesmo o time rubro-negro não jogando um primor de futebol, tem 100% de aproveitamento. Até o presente momento não encontrou resistência dos adversários e venceu os dois clássicos que disputou. Pode ser derrotado a qualquer momento, pois no futebol existem surpresas. No entanto, fica claro que, neste ano, o time está maduro. Se nada mudar, o Atlético entra nas competições com todas as condições de disputar os títulos, até porque agora parece querer isso.

 

Texto de Edílson de Souza do site bemparana.com

 

                                          ************************

 

A diretoria atleticana esse ano vem dando um bom exemplo que o erro pode se transformar numa coisa positiva desde que sirva como aprendizado. Nas temporadas anteriores, a torcida do Furacão vinha sofrendo com as trapalhadas de seus diretores. Como foi dito por Edílson no texto acima, até a contratação de Lothar Matthaüs foi tratada como algo que seria certeiro no intuito de trazer a mídia pra dentro dos acontecimentos da equipe e que conseqüentemente assim, também viriam as vitórias. O resultado foi o oposto do esperado e o técnico alemão durou pouco tempo.

 

Ano passado, a equipe trouxe o técnico Ney Franco, que treinara o Flamengo durante um ano e conquistando três títulos. Embora eu ainda não acredite que seja um técnico de tamanha qualidade como alguns já diziam e dizem, em contramão eu acreditara e continuo acreditando no seu sucesso ao sul do país. Ele desembarcou na equipe certa, com estrutura e sem a cobrança que há na Gávea e agora começa a demonstrar que pode vir a ser reconhecidamente um grande técnico.

 

E o Atlético-PR só tem a ganhar com esta situação, tanto que já podemos ver fluir a positividade na tabela do paranaense. A equipe ocupa a primeira posição com 100% de aproveitamento.

 

Nada acontece por acaso, e o Furacão soube administrar os erros e por enquanto vem demonstrando que tudo serviu de lição.

 

 

Em breve, uma grande surpresa para os leitores do Futebol, Música e Etc.

Aguardem!!!

 

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 15h36
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O clássico empolga. O botafogo Alegra!

 

  

 

Pude constatar mais uma vez o que venho dizendo a muito tempo: Esse Botafogo vai trazer melhores resultados se comparado ao do ano passado, que na verdade só trouxe resultados negativos. Com certeza ainda está cedo para qualquer afirmação futurista, mas está aí, primeiro clássico e vitória dos comandados de Cuca.

 

No primeiro tempo, o Vasco partiu com tudo pra cima do Bota que não dava muitos espaços. A equipe da Colina queria mostrar que não era “a mais fraca dos grandes” e sabia que uma vitória no clássico, mudaria toda essa historia que vem se desenrolando com relação a qualidade do time. Mas a tentativa foi em vão. Quem abriu o placar foi o Bota com um gol de Zé Carlos após cobrança ensaiada de falta.

 

O Vasco nada conseguia fazer. Alan Kardec estava improdutivo no ataque, enquanto Alex Teixeira se movimentava bastante na tentativa de vencer a forte marcação botafoguense implantada no primeiro tempo. Aos 34, mais uma vez o Bota marcou, com o volante Túlio, após cobrança de escanteio de Lúcio Flavio, que por sinal foi importantíssimo na vitória alvinegra. As equipes foram para o vestiário com o placar de 2x0 para a equipe da estrela solitária.  

 

No intervalo, Alfredo Sampaio mexeu no time, tirando Alan Kardec e colocando Abuda. No inicio da etapa complementar, com um minuto, o zagueiro Jorge Luiz marcava de cabeça e aos sete, Zé Carlos foi expulso após entrada violenta em Wagner Diniz.

 

Aos 16 minutos, Bruno Meneghel empatava o jogo. Que ficou em 2x2 até os 40 minutos, quando Lúcio Flavio marcou de pênalti garantindo mais uma vitória para a equipe.

 

O Vasco possui mais uma derrota na conta. A equipe mostra que tem muitos defeitos tanto táticos como qualitativos. Na minha concepção, não está a altura das suas tradições e nem ao nível de seus adversário direto. Edmundo passa a ser a grande esperança e se ele se concentrar no desafio, o que certamente deve acontecer, será muito útil ao clube da Colina. 

 

Já o Glorioso, fica bem próximo da classificação para as semifinais da GB. E parabéns ao técnico Cuca, que mesmo com uma equipe inferior teoricamente no papel, se comparado a do ano passado, consegue fazer um bom trabalho e inspira credibilidade acima de tudo dos dirigentes, torcedores e da imprensa.

 

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 16h49
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Macaca escalando alto no paulistão.

 

 Imã de Geladeira - Times - Ponte Preta

 

 

Um fato que vem me chamando a atenção nesse inicio de temporada, é a campanha da Ponte Preta no paulistão. Ano passado no campeonato brasileiro da serie B, a equipe ficou apenas em décimo primeiro lugar e para esse ano, ninguém no Moisés Lucarelli apostaria no primeiro lugar após seis rodadas e após ter enfrentado e segurado o São Paulo, atual campeão brasileiro.

 

E além da campanha, a Macaca também revela um bom jogador, o meia Renato que no jogo deste sábado, até tentou marcar um gol de bicicleta, que foi interceptado por Rogério Ceni com bela defesa. Aliás, a Ponte se manteve no ataque em boa parte do jogo, mas a defesa do tricolor, principalmente seu goleiro, conseguiu segurar o animo da líder. O jogo, entretanto animou bastante o técnico Sergio Guedes, que após a partida, ressaltou que há a necessidade de se treinar mais finalizações, mas que o time está de parabéns, não só pelo comportamento no jogo, mas no campeonato em si:

 

- Tivemos boas oportunidades, mas o resultado está consumado. Creio que o que faltou para acertarmos as finalizações foi treino. Boa parte desses meninos estão jogando pela primeira vez em uma equipe de porte e acho que se treinarmos mais, trabalharmos, repetirmos, conseguiremos melhorar. O time me deixa feliz porque vejo que sempre há potencial para que ele evolua. Destacou o treinador, que ainda demonstrou que o resultado poderia ter sido melhor:

 

- Foi um jogo bacana, um jogo grande e a Ponte deu um passo de qualidade na direção que queremos. Podemos mais e precisamos trabalhar com o pé no chão para conseguirmos chegar onde queremos. Finalizou.

 

Se este jogo puder ser chamado de clássico, não irá fugir a regra, já que o resultado também foi 0x0 com muitas oportunidades de gol, diga-se de passagem.  

 

A liderança pode ser perdida caso o Guaratinguetá conquiste uma vitória em cima do grande rival campineiro da Ponte, o Guarani. Entretanto o brio da campanha continuará. Eu passo a confiar na Macaca, não como campeã, mas como uma equipe a terminar a competição entre os quatro melhores do Estado. E você, o que acha que pode acontecer com a Macaca no decorrer do campeonato paulista?

 

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 16h29
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Fla festeja na casa do bota.

 

 

 

 

Enfim pude conhecer uma das grandes novidades do Rio de Janeiro, surgida no ano passado, quando a cidade sediou os jogos pan-americanos. Graças a um convite do amigo André Rocha do blog Futebol & Arte, compareci pela primeira vez ao Engenhão.

 

Já tinha escutado muita coisa sobre o estádio João Havelange, mas dessa vez posso constatar por testemunho próprio sua beleza arquitetônica, a modernidade peculiar e alguns problemas comuns em que o brasileiro acaba se acostumando de modo forçado. Mas no resultante, dá para concluir uma positividade animadora. Ah, eu nunca tinha visto estacionamento coberto em estádio de futebol nessa cidade!

 

E sobre o jogo:

 

- A equipe estava bem, mas com as duas expulsões o time acabou desmoronando (...) Quando levamos o primeiro gol ficou difícil. A pressão do Flamengo foi muito grande e acabamos nos perdendo. Disse Gaúcho, o quarto técnico do América nesta temporada.

 

-Recebi três oportunidades maravilhosas para fazer o gol. Mais importante foi a força de vontade do grupo. Todos correram muito e consegui fazer os gols (...)Não fazia gol há muito tempo e fui abençoado por Deus, que me deu três chances. Graças a Ele, pude aproveitá-las da melhor maneira. Discursou Obina após o jogo.   

 

- Obina é melhor que Eto’ohhh!!! Cantou a torcida após o terceiro e o quarto gol do xodó.

 

Essas três falas já sintetizam bem o que foi a partida. O América mais uma vez retrata que de nada adianta a troca de técnicos sumariamente. São quatro em cinco jogos. Profissionais sem o mínimo de tempo de implantar qualquer filosofia que seja na equipe rubra. Gaúcho fez sua primeira partida no comando técnico, e não será nenhum absurdo dizer que ele periga no cargo. O mequinha está desnorteado!

 

Já o Mengão, pelo menos desse mal não sofre. Joel garantiu a quinta vitória em cinco jogos na taça GB. Uma campanha invicta, classificação antecipada e festa na casa alheia.

 

Quando uma pessoa quer dar uma festa, mas vive numa casinha apertada, o jeito é pedir a casa do outro emprestada. Foi isso que aconteceu. Se hospedando durante a tarde de sábado na casa do Botafogo, o Flamengo promoveu uma verdadeira festa carnavalesca no Engenhão.

 

Mas a partida em si não foi 100% para o rubro-negro. Os jogadores Jaílton, Toró e Léo Moura tiveram uma atuação pífia. O lateral-esquerdo, que já atuou duas vezes após a convocação para a seleção brasileira, não conseguiu justificar o chamado do técnico Dunga e ontem deixou alguns torcedores irritados com passes e cruzamentos errados, insuficiência para chegar a algumas bolas metidas e ausência em certas jogadas ofensivas.  

 

Na primeira etapa, o mequinha se postou firmemente na defesa. A intenção era não tomar gols e quem sabe buscar algo melhor na segunda etapa. Enquanto do outro lado, jogadas sem muita triangulação aconteciam. É verdade que a maior parte do tempo, o Fla buscava o ataque, porém, sem nenhuma inspiração. Os primeiros 45 minutos deixaram os 15.465 pagantes irritados, o que proporcionou uma saída de campo das equipes debaixo de vaias.

 

Já a etapa complementar foi bem mais movimentada, gols, expulsões e dramaticidade temperaram o espetáculo. Logo no intervalo, Joel tirou Marcinho para colocar Obina, que em tarde inspirada, marcou três na goleada de 4x0. Juan foi o outro jogador flamenguista a marcar na partida. Fabio Luciano, pelo Fla, e Jeffinho, pelo América, foram expulsos.

 

Os 45 minutos finais, apesar do placar elástico, não mostrou nenhuma organização tática dos comandados do natalino. Por diversas vezes, foi possível perceber buracos na linha de volantes. Jaílton e Jônatas (que foi deslocado para a zaga com a expulsão de Fabio Luciano) desciam ao ataque e quando o time era pego de surpresa por contra-ataque do adversário, eles não conseguiam acompanhar. Na opinião de muitos, Ronaldo Angelim foi o melhor em campo.     

 

 

Coletivamente, será necessário para a equipe da Gávea, que esqueça o primeiro tempo, ou pelo menos que não se repita mais a forma de atuar. Ainda restam dois jogos na GB, o que pode não ser muito bom, já que a classificação antecipada não costuma fazer muito bem ao Flamengo, que sempre acaba pregando algumas peças na torcida. Vale lembrar que na ultima rodada teremos FlaXFlu, que acontecerá as vésperas das estréias das equipes na Libertadores.  

 

O América pelo visto, tem que esquecer tudo que já aconteceu nesse inicio de temporada. Totalmente negativo. A classificação para as semifinais já era, agora é começar a pensar na fuga do rebaixamento e claro, na efetivação de um treinador, porque por enquanto ninguém tem certeza de nada, com relação a comando técnico dos diabos.

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 15h05
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