futebol, música e etc


A JUSTIÇA FOI FEITA.

 

Foto (globoesporte.com)

 

Não daria para imaginar Romário como usuário de drogas. Seria uma injúria, julgar o baixinho como um atleta que tem o propósito de tirar proveito dos adversários de qualquer forma, mesmo que para isso ele tenha que usar substâncias proibidas. Com certeza a absolvição do camisa onze foi um ato de justiça.

 

Uma coisa é acreditarmos que ele já deveria ter encerrado a carreira, outra seria o tribunal trazer essa mancha na sua gloriosa historia dentro do futebol, que se não acabou ainda, está perto do fim.

 

Ontem no pleno do STJD, Romário foi julgado por mais de 2hs. No auditório, estavam Mario Pucheu, advogado contratado pelo jogador, e os dirigentes vascaínos, Eurico Miranda, presidente interino, Paulo Angioni, supervisor de futebol, e José Luiz Moreira, vice de futebol. Esses, assim como todos os presentes, puderam assistir pela primeira vez, o presidente do tribunal votar pela absolvição do réu. O baixinho foi absolvido por unanimidade. Apesar do clube ter desistido de defender o jogador, o apoio não foi negado. Que bom!

 

No futebol já podemos acompanhar tantas coisas que nos fizeram mais tristes, menos crente da “limpeza” e idoneidade que seria mais do que necessária essa absolvição. Eu continuo tendo certeza, que as manobras e as sugeradas continuam existindo, mas de vez em quando é bom nos depararmos com uma medida sensata e honesta. Se o Romário saísse daquele tribunal como culpado, certamente estaríamos dando mais um tiro nos acontecimentos históricos desse país. Um dos maiores atacantes, que passa por muitos problemas, como a dúvida cruel sobre o fim da sua carreira, não resistiu e foi às lágrimas. É claro que não foi esse o motivo pelo qual Romário foi absolvido, mas a percepção do absurdo que seria penalizá-lo. Esse acontecimento, sem dúvida nenhuma, já foi o bastante para me alegrar. Eu tenho convicção que sua carreira já está terminada, mas sua história será eterna!

 

 

 

Está chegando o dia da surpresa!!!

Falta pouco!!!

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 11h33
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ROTINA BRASILEIRA.

 

 Foto (globoesporte.com)

 

 

A notícia que veio ontem do Rio Grande do Sul, sobre a demissão do tecnico Vagner Mancini, deveria ser tida como surpresa e como algo fora da normalidade. Entretanto, podemos fazer um pequeno esforço de memória, para nos lembrarmos que ano passado, Mário Sérgio dirigiu o Botafogo por apenas três partidas e depois foi sucedido pelo seu antecessor, Cuca. E para quem acompanha o campeonato carioca, sabe que o América conseguiu a proeza de ter quatro técnicos em cinco jogos, inclusive, tivemos o capitão Valber e o vice de futebol como comandantes. Então, se trata de rotina no Brasil. Infelizmente!

 

No comando de Mancini, foram dois amistoso durante a pré-temporada com duas vitórias, cinco jogos pelo Gauchão com duas vitórias e três empates e sua última partida, pela Copa do Brasil, a equipe teve uma atuação bem abaixo das críticas, chegando a levar pressão do modesto Jaciara (time fundado com inspiração no próprio Grêmio), mas conseguiu a vitória por um a zero. Ou seja, o técnico mesmo invicto, não alcançou a satisfação necessária dos dirigentes. Segundo Paulo Pelaipe, vice-presidente de futebol do tricolor gaúcho, Vagner não tinha voz de comando com o elenco, o que seria essencial para se ter sucesso na equipe.  

 

Talvez os dirigentes tenham ficado mal acostumados com o trabalho de Mano Menezes, que tirou o time da segundona e fez um elogiável trabalho, que durou três anos. Isso sim é algo anormal para os moldes do Brasil. Mas cabe a pergunta: Será que os cartolas gremistas não conheciam o trabalho do recém ex-técnico? Vagner Mancini permaneceu um longo período no comando do Paulista chegando a final da Copa do Brasil com a mesma conduta que vinha tendo no Grêmio, tranqüilo e calmo, mas a reação de demití-lo, me faz crer que seu trabalho não foi avaliado antes dele assumir o posto de técnico do Imortal. Portanto, foi um erro. Eu já tinha opinado negativamente com relação a essa contratação e agora vejo outro erro da diretoria. Como o técnico e a torcida irão dar créditos para os dirigentes?

 

Com um erro atrás do outro, segue-se na empreitada. O grêmio tem duas disputas no momento, Copa do Brasil e Campeonato Gaúcho e a obrigação de conquistar títulos, já que ano passado a equipe deixou escapar a classificação para a Libertadores, o que deixou bastante descontente sua enorma torcida. E o novo nome já foi escolhido. Celso Roth deve se apresentar sábado como novo treinador gremista. Pelo menos o novo treinador vai estar em casa...

 

 

 

Está chegando o dia da surpresa!!!

Falta pouco!!!

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 10h55
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Importado do orkut.

 

 

 

                        *****************************************

 

Por Wagner Sarmento

poetapiegas.blogspot.com

 

                                      Desabafo: sobre Ronaldo e déjà vu.

 

Não. Não pode ser verdade. Ronaldo estirado no chão, mãos no joelho, lágrima nos olhos, alma despedaçada. A maior dor do mundo. A expressão denunciava. Companheiros desesperados, adversários sensibilizados, torcida consternada, deuses do futebol de luto. Não. Não pode ser verdade. Apenas um déjà vu. Isso foi em 2000, faz oito anos já. O Fenômeno ainda jogava na Internazionale, numa partida contra a Lazio.

Não. É verdade. A camisa é vermelha e preta. É do Milan.

A cena se repetiu. Infelizmente. Quase uma década depois, o planeta reviu o calvário de um mito. Foi difícil acreditar. Assistir a tudo de novo: o fim de um sonho, o início de um pesadelo que, desta vez, parece sem volta. O menino Ronaldo já havia passado por quase tudo em sua carreira. Hoje, o homem Ronaldo viveu o baque mais duro de sua vida. Na mesma Itália.

Minha primeira reação foi calar. Em poucos segundos, a história do Fenômeno passou como um filme sem final feliz. Informação destilada, garganta seca. Não havia palavras. O que dizer? Nada. Há momentos em que o silêncio diz tudo. Até porque nenhum argumento seria mais convincente do que o choro sincero de quem viu seu herói sucumbir. Mais uma vez.

Não se pode dizer que a contusão do Ronaldo foi uma surpresa. Ninguém duvidaria de um jogador que, em mais de um ano como rossonero, disputou somente 18 jogos. Um atleta que ficou mais de dois anos parado por problemas nos dois joelhos. Um atacante cujos gols se tornaram mais escassos que as lesões. Por mais inacreditável que tenha sido voltar no tempo e ver mais uma vez o Fenômeno tombar por uma grave avaria, era de imaginar que o pior poderia acontecer. Os quilos a mais e o histórico recente no departamento médico não mentiam.

 

Depois do baque, a desconfiança. O fim se impõe como sentença quase inevitável. A aposentadoria parece ser a única saída. O mundo, de novo, assevera que ele acabou. Desta vez, de maneira mais enfática, haja vista que Ronaldo já tem 31 anos.

Mas quem vai duvidar de um jogador que se especializou em desmentir o óbvio e fazer triunfar o impossível? É agora que ele tem que provar que o apelido de Fenômeno não lhe foi dado à toa. Eu acredito. Sempre. Por mais dura que seja a queda. Estenderei a mão pra ele levantar. Em forma de reza, respeito e admiração. Não pra ser piegas. Mas por ser fã. É meu dever acreditar que, quando se fala em Ronaldo, qualquer previsão catastrófica pode esbarrar na sede de vitória do mais predestinado jogador que o futebol conheceu. Que regresse ao Brasil pra sorrir de novo. Que não se deixe abater. Que não esqueça, nem por um momento sequer, que o planeta está contigo. Heróis também sangram. Mas sempre vencem no final. O sonho ainda não acabou. Quem viver verá.

 

 

                        *****************************************

*Esse texto tambem foi publicado no blag do Mauro Beting no site lancenet: http://www.lancenet.com.br/blogs_colunistas/mauro/comentarios.asp?idpost=12718 

 

Está aí a opinião do amigo Wagner da comunidade “Doentes Por Futebol” do site Orkut.

 

Compartilho do mesmo pensamento e ponto de vista e acredito, que por tudo aquilo que Ronaldo representa para o futebol mundial, ele merece que as pessoas torçam pelo sua pronta recuperação.

 

 

Está chegando o dia da surpresa!!!

Falta pouco!!!

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 19h46
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ATÉ QUANDO, HEIN ADRIANO?

 

 

 

Ideologia.

 

Meu partido
É um coração partido
E as ilusões
Estão todas perdidas
Os meus sonhos
Foram todos vendidos
Tão barato
Que eu nem acredito
Ah! eu nem acredito...

Que aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Frequenta agora
As festas do "Grand Monde"...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver...

O meu prazer
Agora é risco de vida
Meu sex and drugs
Não tem nenhum rock 'n' roll
Eu vou pagar
A conta do analista
Prá nunca mais
Ter que saber
Quem eu sou
Ah! saber quem eu sou..

Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Prá viver...

Pois aquele garoto
Que ia mudar o mundo
Mudar o mundo
Agora assiste a tudo
Em cima do muro
Em cima do muro...

Meus heróis
Morreram de overdose
Meus inimigos
Estão no poder
Ideologia!
Eu quero uma prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver..
Ideologia!
Prá viver
Ideologia!
Eu quero uma prá viver...

                                                   Cazuza.

 

 

É obvio que Adriano não passa pelo verdadeiro problema que inspirou Cazuza a fazer essa composição. O Imperador não está com dificuldades para escolher uma ideologia política ou sigla partidária para seguir. Mas ele está sim, precisando de um outro tipo de ideologia, a particular para a vida.    

 

Os leitores do blog, podem até chegar a julgar que eu estou exagerando, ou que estou perdendo tempo tocando no assunto, porém, desde que o dez são-paulino começou a enfrentar situações que o afastaram de seu bom futebol, eu comecei a torcer pela sua pronta recuperação. Há de se compreender, é lógico, que a perda do pai representou, e parece que representa uma enorme frustração na sua vida. Mas também temos que olhar pro outro lado. Mulheres, festas, cervejas entre outros, foram os “remédios de tarja preta”, escolhido por conta própria por Adraino para vencer a sua “visceral depressão”. E essa não parecia a melhor forma de se resolver os problemas. Depois da opinião pública italiana, assim como os dirigentes da Inter chegarem à conclusão, que o jogador precisava de um outro tipo de “tratamento”, eis que surge o São Paulo. Ótima oportunidade para a carreira não ir toda por água abaixo. Era a chance de dar a volta por cima.

 

O lance que aconteceu no clássico paulista, para uns é algo completamente normal. Para Gilmar Rinaldi, empresário de Adriano, na Itália há jogadas bem mais truculentas. Não entrarei no mérito de discutir a intensidade da agressão, porém, foi uma agressão. Vou analisar através do fato de se tratar de um jogador que está reiniciando a carreira, ou pelo menos tentando recuperar o prestígio. Por mais que seja algo extremamente difícil, inalcançável, intocável; pensar, é de fundamental importância quando se passa por algo semelhante. Será que Adriano em nenhum momento parou pra refletir que em hipótese alguma ele deveria ficar de 120 a 500 dias parado? Ora, um longo período inerte nessa altura do campeonato, pode ser a promoção do inexato, da dúvida, que certamente se estabelecerá nas cabeças das pessoas que o acompanham assim como na dele também. Será que a Internazionle vai querer um jogador que voltou ao futebol brasileiro e foi punido por jogada desleal? É uma questão no mínimo complexa.

 

Eu particularmente, perdi a paciência com o Imperador. O mínimo de responsabilidade seria essencial para ele. Essa cabeçada pode não levar a nada, mas também, pode levá-lo ao nada. Se ele não tomar cuidado e não por a cabeça no lugar, que certamente não é no rosto de Domingos, seu “império” poderá ir as ruínas.

 

                                *****************************

 

Mas o clássico também pregou outras peças. O destemido Carlos Alberto, cujo qual eu já havia inclusive esquecido da existência, fez o gol (que estava difícil de acontecer em clássico paulista) da vitória. Demonstração específica que o mundo dá verdadeiras voltas. E antes desse gol, o Santos de certa forma decepcionou. Três oportunidades para liquidar a fatura com Kleber Pereira. Três chances desperdiçadas.

 

É... Lá na terra da garoa, cada um está carregando a sua cruz.

 

 

 

Em breve, uma grande surpresa para os leitores do Futebol, Música e Etc.

Aguardem!!!

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 23h48
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O CLÁSSICO DE UM DONO SÓ.

 

 

 

Um goleiro que nunca perdeu pro Flamengo. Um técnico que gosta de vencer o rival rubro-negro. Um craque que brilhou como nunca no FLAXFLU.

 

Thiago Neves fez este que vos escreve, recordar as ótimas jogadas do maior ídolo que fez historia na Gávea. Dois gols de falta e o terceiro, uma verdadeira obra-prima. Uma tabela, um drible por entre as pernas de Egídio e a estufada na rede. Tudo isso no segundo tempo.

 

Podemos nos perguntar: Porque Thiago não faz isso em todos os jogos? Porque ele não fez isso durante todo o jogo? Ficou bem exemplificado da forma como aconteceu no clássico. Joel lançou o argentino Colace com a função de marcar o dez tricolor, e assim foi feito, ou pelo menos tentado. A anulação imposta ao armador do Fluminense, que jogava de atacante, colaborou para o Flamengo ter uma razoável supremacia na primeira etapa, porém, ficou gritante que os laterais titulares fazem absurda falta. Léo Moura, que caiu muito após a convocação, e Juan, que nunca foi aqueeele lateral, contemplam as suas importâncias no esquema de Joel quando não atuam. Como todo o time titular foi poupado, os onze que entraram eram reservas, assim como os laterais. Egídio e Luizinho, de forma não inédita comprometeram o time, num clássico que serviria de testes para o comandante rubro-negro. O Fla ficou sem jogadas para levar a bola até o ataque. No meio, ficou praticamente inviável, já que além do rubro-negro não contar com Ibson, que foi poupado, Renato Gaúcho congestionou ainda mais a linha de volantes tricolor, lançando Romeo para a vaga de Soares, que foi negociado com o Grêmio e assim, a contenção ficou mais forte, já que ao seu lado, ainda tinha Fabinho. E o dono do clássico jogou no ataque, para infelicidade da zaga reserva do rival, composta por Rodrigo Arroz e Thiago Sales.

 

Na etapa complementar, a história do clássico, conheceu seus fundamentais capítulos. Com a saída do limitadíssimo Colace, Neves ganhou incrível liberdade, que somada a dificuldade rubro-negra em atacar, resultou numa goleada do Flu no resultado de 4X1. Kléberson, autor do gol flamenguista e Tardelli, que acrescentou boa movimentação ao ataque, foram os pontos positivo para Joel, no teste que foi surpresa para a torcida, no que tange o resultado. E Renato Gaúcho, percebeu que com o entrosamento ideal, Thiago, Dodô, Washington e L. Amaral podem fazer o Flu ir longe, mas pode ser no auge da campanha, que a crise de vaidades pode atrapalhar. A tarefa do técnico tricolor não será fácil.

 

Quarta-feira, o Mengão estreará na Taça Libertadores da América contra o Coronel Bolognesi, na cidade de Tacna no Peru. E o clube da Gávea apresentará nessa semana, o zagueiro Leonardo, ex-Palmeiras, que substituirá Rodrigo que não tem previsão para voltar aos gramados. Já o Flu poderá ficar toda a semana se preparando para o confronto contra o Fogão, sábado, pela semifinal da GB. Sua estréia no continental será somente semana que vem contra a LDU na casa do adversário.

 

 

Em breve, uma grande surpresa para os leitores do Futebol, Música e Etc.

Aguardem!!!

 

 

 

 

 

 

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Escrito por wilson hebert às 23h54
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